Principais sintomas da Leucemia

Postado dia 28 de fevereiro de 2010



A leucemia é uma doença maligna dos leucócitos, também chamados de glóbulos brancos. Estas células que são responsáveis pela defesa do nosso organismo, na leucemia estão acumuladas na medula óssea, prejudicando e impedindo a produção de outras células sanguíneas, como as hemácias e as plaquetas. Assim, o indivíduo além de esta susceptível a infecções, também fica anêmico e ainda tem hemorragias.

Principais sintomas da Leucemia

Este tipo de câncer do sangue impede que as células brancas, atingem a sua maturidade. Elas adoecem antes mesmo que possam desempenhar seu papel normalmente. Com a função dos leucócitos, células extremamente importantes para proteger o organismo de células estranhas, o doente não tem condições para combater nem mesmo um simples vírus da gripe. Um simples corte pode resultar em uma hemorragia. Isto porque as plaquetas também foram comprometidas e são elas que são responsáveis pela coagulação sanguínea impedindo que haja um perca de sangue excessivo quando nos ferimos.

As causas da Leucemia ainda são misteriosas. Acredita-se que pode haver ligações genéticas, pode estar relacionada a falhas no sistema imunológico, radiação, entre outros possíveis fatores. As células anormais presentes no sangue, também podem comprometer outros tecidos como os rins, baço, amígdalas, linfonodos, sistema nervoso central, entre outros.

Dentre os diversos sintomas que a leucemia causa no indivíduo, os principais são a palidez, tontura, fadiga, anorexia, sonolência, hematomas, sangramento nasal, infecções, afta, febre, sudorese, dor nos ossos e nas articulações, queda de cabelo, etc.

Para diagnosticar a doença é necessário fazer primeiramente um hemograma, onde será notada alguma alterações nas células brancas do indivíduo. Também se realiza um mielograma que é de extrema importância para o diagnóstico, onde são observadas a morfologia das células.

Por ser uma doença de causa desconhecida, o tratamento da leucemia varia de acordo com a classificação da doença, visando sempre destruir as células anormais a fim de que a medula óssea possa voltar a produzir normalmente as células sanguíneas normalmente. Geralmente são utilizadas transfusões e quimioterapia isolada ou até mesmo associada à terapia ortomolecular ou naturopática.


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